A Copa do Mundo de 2010 não vai ter nenhum tipo de mudança em relação à arbitragem. Foi o que ficou decidido nesta quarta-feira (2), na reunião do Comitê Executivo da FIFA.
Nada de mais assistentes no campo nem de uso de tecnologia para definir situações polêmicas. De certa forma, até concordo com o presidente da FIFA, Joseph Blatter, quando ele diz que ”na regra do futebol o que conta é a interpretação do árbitro e vamos continuar assim”.
Mas há detalhes importantes e que podem definir uma Copa do Mundo, em que o uso da tecnologia poderia evitar uma tremenda dor de cabeça a entidade maior do futebol.
Cito como exemplo, uma possível dúvida se a bola entrou ou não complemente na meta, caracterizando o gol. Ora, um pequeno chip na bola – que poderia vibrar no braço do árbitro em caso positivo -, não mudaria nada no futebol e resolveria esses possíveis problemas.
Claro que o lado humano no futebol – erros e acertos dos árbitros fazem parte do show -, mas alguns erros bem que poderiam ser evitados.





